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Posts Tagged ‘Como ajudar’

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A Freguesia do Livro, que recebe livros já lidos e os faz chegar a novos leitores, é um excelente modo de fazer uma ação social: tudo que você precisa fazer é compartilhar leituras e nos ajudar a diminuir a desigualdade brasileira através da educação.

Você pode escolher, entre as alternativas abaixo, o modo como participar desse movimento literário que tira livros parados de prateleiras e os faz circular:

a) você pode doar livros que já leu e não vai ler mais. Para a Freguesia do Livro ou outro lugar que possa se beneficiar com eles.

b) você pode arrecadar livros e repassar para a Freguesia do Livro ou outra iniciativa de leitura por perto de você.

c) você pode criar um Ponto de Leitura da Freguesia do Livro, uma biblioteca comunitária. Identificar um lugar que precisa que seus clientes ou funcionários tenham acesso a uma caixa de livros livres e cadastrar esse local aqui.

d) você pode espalhar essa ideia: se gosta de ler, pode emprestar livros, pode dar para quem sabe que vai gostar, o livro que acaba de ler. Ler se ensina, gostar de ler se incentiva. E criar leitores é tarefa de todos nós.

Participe de algum jeito, contamos com você. Muitos conceitos estão envolvidos no simples ato de doar um livro: consumo consciente, acesso à cultura, educação e responsabilidade social. Tudo isso.

O tempo passa rápido. Livros parados em sua casa estão deixando de ser lidos por outras pessoas. Pense nisso.

Quer entender melhor o que a Freguesia do Livro faz? Veja aqui.

Quer começar um ponto de leitura? Cadastre-se aqui.

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Acervos

Ter tanto

 

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A Freguesia do Livro existe porque algumas (cada vez mais, que bom) pessoas doam seus livros para que possamos criar pontos de leitura nos mais diversos locais. E para nós é muito importante mostrar para onde seus livros estão indo. Continuamos trabalhando e muito! Espalhando os livros e levando literatura e informação para muitos lugares. Aprecie.

Começamos o ano levando livros para Ilha de Valadares, uma pequena ilha que fica bem na frente de Paranaguá com acesso de carro apenas por uma pequena ponte, onde se passa só com autorização especial. E a Freguesia foi autorizada! Chegamos lá com um carro abarrotado de livros para 3 CMEIs (Centros Municipais de Educação Infantil): crianças de 0 a 6 anos receberam muitos livros lindos! Inclusive uma boa parte dos livros enviados da Holanda pela Juliette.

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Ilha de Valadares tem uma educadora muito ativa que combina muito com a Freguesia: ela faz parte de um projeto que estimula a leitura dos pais junto com as crianças do CMEI. É o projeto Sacolas Viajantes, do qual você pode saber mais aqui. Envolve leitura e desenho, e por tabela estimula os pais a lerem mais. Por isso levamos livros para adultos também, é claro!

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Fernanda precisava apresentar um projeto na sua escola e teve a ideia de falar sobre a Freguesia do Livro. Arrecadou livros e junto com os que mandamos, montou um ponto de leitura na Paróquia Nossa Senhora do Bom Conselho, em Santa Felicidade, Curitiba. Ler mais é mesmo um bom conselho.

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Livros e frutas combinam? E como! No meio das caixas de bananas, maçãs e uvas, desponta uma cheia de cultura e histórias. Com uma aceitação que nos faz pensar que esse é um lugar ideal para colocar mais caixas como essas. Você não conhece uma quitanda perto da sua casa onde poderíamos levar uma caixa cheia de livros? Avise-nos, que a gente leva (Curitiba e região metropolitana. Se for de mais longe, um desafio: arrecade livros e comece você um ponto de leitura). Caixas com livros na Frutaria São Francisco, no Ahú e na Casa Camponesa, no Hugo Lange. Visite e alimente sua fome de cultura.

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Rotaryanos ajudam a comunidade, isso todos sabemos. Essa gestão do Rotary Club Tibagi Guartelá identificou escolas rurais que tinham bibliotecas desabastecidas e solicitou o envio de livros. Eles foram levados para Ponta Grossa no caminhão de uma empresa que apoia nosso trabalho. Lá foram pegos pela Marise que tinha feito o contato e levados para a Escola Estadual Baldomero Bittencourt Taques, a 40 km de Tibagi. Rodaram, mas chegaram!

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A Gráfica Inpag, que nos ajudou com etiquetas adesivas, pensou e decidiu que ter livros para seus funcionários era uma boa ideia. Uma caixa da Freguesia partiu para Ponta Grossa.

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Algumas reposições aconteceram: levamos mais livros para os Centros de Hemodiálise da Pró-Renal e outros foram enviados para colaborar com as simpáticas Mini-bibliotecas de Araucária.

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Continua…

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A história de Alan inspira: esse jovem resolveu abrir um sebo no bairro onde mora, segundo ele, bem carente, em Carapicuíba/SP. Ele mesmo admite que a vizinhança não gosta de ler, mas o rapaz arriscou e está conseguindo vender pela internet. Aí, ele conta:

“Acontece que as crianças daqui viraram minhas amigas e eu, como estudante de História, vi que existia uma possibilidade da criação de um projeto social. Então idealizei e criei o projeto LER PARA A VIDA, que de inicio só exigia leitura. Depois tive uma ideia que fez o projeto crescer mais ainda: futebol. Agora temos grupos de leitura e aos domingos como recompensa levamos a garotada para jogar bola. Só que não temos dinheiro para comprar bolas, apitos, uniformes, etc, além de novos livros para o grupo de leitura. Por isso, pensei em  pedir doações de livros e reverter o dinheiro da venda para tudo que precisamos”.

Como funciona o projeto Ler para a a Vida: super simples! Quem lê mais, joga mais. Quem não participa das atividades de leitura, fica na reserva. Os livros são vendidos no sebo para manter o projeto, sendo assim qualquer doação faz diferença, pois nenhuma criança paga nada e não há nenhuma ajuda do governo.

O projeto atende atualmente 20 garotos de 9 a 15 anos, e muitos outros querem participar. A Freguesia do Livro está com 2 caixas prontas e, simplesmente, não consegue fazer chegar esses livros até Alan. Por isso, queremos aproveitar que muitas pessoas de São Paulo nos leem e podem sugerir uma solução. Carapicuíba fica perto de Osasco  e Alan consegue buscar os livros lá. Para se inspirar, leia sobre nossas dicas de Transporte Solidário.

Formas de ajudar Alan:

1. mandar livros para o grupo de leitura: contos de terror e suspense fazem sucesso, mas toda literatura juvenil é bem-vinda.

2. doar livros que ele possa vender para conseguir recursos para seu grupo de leitura e futebol.

3. comprando no sebo de Alan, pela internet, por tabela você estará colaborando com seu projeto social. Conheça a Livronauta:  www.sebosetesete.livronauta.com.br

Conheça o blog do Alan: www.novapartida.com.br

 

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Doar livros parece difícil, não parece? Quem tem livros é leitor, gosta do que comprou e leu e guarda porque… por que mesmo? Para reler, quem sabe. Para lembrar do que já foi lido, prateleiras abarrotadas de histórias que já cumpriram seu papel e poderiam partir para outros leitores, outras leituras.

Por sorte, muitas pessoas pensam como nós e, periodicamente, revêem seus acervos, tiram o que pode sair para abrir espaço para o que deve entrar.

Com imensa alegria, recebemos uma ótima doação da escola onde nossos filhos estudaram, livros que podem ter passado nas mãos deles e que agora vão chegar nas mãos de outras tantas crianças.

Fica a ideia: escolas particulares que em geral têm grande acervo em suas bibliotecas podem dar uma olhada generosa em seus volumes e mandar alguns para participar de nossa corrente literária. Seus livros irão parar em prateleiras de escolas públicas, próximas ou muito distantes, onde essa carência, infelizmente, existe.

Sua escola ou a escola onde seu filho estuda também podem entrar nesse movimento. Que tal uma arrecadação de livros entre alunos, pais e funcionários? Muitas escolas de Curitiba já participaram. Seja bem vindo e faça parte. Entre em contato pelo contato@freguesiadolivro.com.br

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Aqui, um breve depoimento de Luci Serricchio, diretora pedagógica da Escola Anjo da Guarda – Curitiba. A ela e à escola agradecemos a doação. A quem nos lê, esperamos que leve essa ideia à escola de seu filho.

Edição do vídeo: Bernardo Duarte

Ilustração inicial de Carla dos Anjos: daqui

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Na trajetória da Freguesia já encontramos todos os tipos de relações com livros: pessoas que nos olham espantadíssimas pela simples menção à retirada de qualquer volume de suas casas, viram as costas e nos deixam falando sozinhas; aquelas em que vemos, enquanto desfilamos o discurso sobre nosso movimento literário, o surgimento por trás do olhar de uma dúvida – “Será que preciso mesmo guardar todos aqueles meus livros”? – e outros que parecem ficar muito felizes em encontrar na Freguesia um modo de dar um destino bom e confiável aos livros que desejam colocar para viajar por aí.

E tem os que sabem que livros são moeda cultural preciosa e fazem deles um jeito de mudar o mundo. São os amigos, lojas e empresas que fazem arrecadações de livros e os enviam para nós. Recentemente recebemos uma excelente doação do escritório de advocacia Augusto Prolik, aqui de Curitiba, e da Leroy Merlin, onde muitas caixas nos aguardavam.

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Exemplo extremo, quando falamos de arrecadações de livros, é  Juliette que nos envia da Holanda livros infantis que ela traduz e adesiva com textos em português. E ainda faz uma coleta de dinheiro entre amigas para as despesas de envio pelo correio.

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Em 2012 e novamente agora, em maio de 2013, Tati Kli, empreendedora e cheia de ideias, promove o 2GetSale, um encontro de tendências, moda, gastronomia e decoração. E a entrada do evento: livros para a Freguesia do Livro! Iniciativa que adoramos!

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Fica a ideia: se você tem loja, escritório, restaurante, vai à igreja, à academia, ao salão de beleza, ao churrasco com amigos, faz festas, aniversário de criança, eventos culturais… Faça uma arrecadação de livros. Um pedágio literário. E lembre de nós!

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Antes de começar a Freguesia do Livro, fomos tomar um café com o Alessandro Martins. Ele é o autor do blog Livros e Afins onde faz circular tudo o que tem a ver com esse tema. Ou seja, referência importante no cenário literário.

Ele apoiou a ideia, pois já fazia algo parecido e pioneiro na Bibliopote, aqui em Curitiba. As ideias de Alessandro são inspiradoras, a começar por esse elenco de motivos para doar livros que trouxemos diretamente do blog dele. Você pode ver o post na íntegra aqui: livroseafins.com

9 motivos para dar seus livros

Por Alessandro Martins/ Livros e Afins

Livros trazem dentro de si as vozes de homens e mulheres que muitas vezes atravessaram as décadas, os séculos, para chegar até nós. É a voz forte dessas pessoas, falando diretamente aos nossos ouvidos numa relação tão íntima, que ouvimos quando lemos tais páginas. Quando fechamos um livro e o mantemos na estante para o resto de nossas vidas, calamos essas vozes que mereciam ser ouvidas por mais pessoas.

É no que acredito.

Poucos são os livros que realmente precisamos manter em nossa posse.

  • Um livro antigo ou raro
  • Um livro com uma dedicatória especial, autografado ou que pertenceu a alguém que, para nós, é importante
  • Livros de consulta ou de referência, como dicionários ou literatura técnica usada com frequência para o exercício de um trabalho
  • Alguma outra situação de que não lembro no momento, mas acho que você entendeu

Livro não é enfeite

Livros não são enfeites ou troféus. Foram feitos para serem lidos. Não para serem exibidos como quem diz: “Veja! Veja! Quantos livros li! Veja como sou culto e inteligente”.

Aqueles livros de que mais gostamos são justamente os livros que devemos passar adiante. Afinal, se gostamos, por que não deixar outras pessoas gostarem deles também?

E, se elas não gostarem, poderão mais uma vez passar adiante o livro, num ciclo infinito até que ele chegue às mãos, aos olhos e aos ouvidos atentos de uma pessoa como você: a pessoa para quem o autor escreveu aquilo, como quem escreve uma carta destinada a atravessar o rio do tempo e do espaço.

Presentear, quando feito de coração, faz mais bem a quem presenteia do que a quem recebe. Na verdade, faz bem às duas partes.

Assim, considero que há diversos motivos para se presentear ou doar livros que estão em suas estantes, dos mais nobres aos mais práticos:

  1. Espaço: se você gosta de ler, novos livros devem chegar a todo instante a sua estante (rima involuntária). Por que não abrir caminho para os livros novos?
  2. Limpeza: livros (quando parados) juntam pó. Tenha mais tempo para ler e gaste menos tempo limpando estantes
  3. Simplificar: você já pensou em ter menos coisas e ter uma vida mais simples?
  4. Parar de se importar com empréstimos que não voltam: empreste e não fique sofrendo  por que eles não voltam. Ou não empreste.
  5. Colaborar com a leitura: frequentemente aqueles que mais reclamam de que o Brasil é um país que não lê, que livros são caros e outras chorumelas são aquelas pessoas mais sovinas com os seus livros, contribuindo com o baixo número de livros lidos por ano por pessoa
  6. Socializar suas preferências: quando seus amigos gostam dos mesmos autores que você ou compartilham dos mesmos gostos literários vocês têm mais sobre o que conversar. Dando livros de seus autores preferidos você contribui com esse ambiente
  7. Ser generoso: não é para bonito ou para dizer que você é generoso. A generosidade é uma qualidade que é um bem em si e quem já descobriu isso não tem como expressar. Por exemplo, a gratidão de um amigo que descobriu um novo autor graças a você não tem preço
  8. Exercitar o desapego: poucas coisas são realmente essenciais. E, embora eu ame livros, a posse dos livros não é uma delas. Os livros, seu conteúdo e seu objetivo de espargir ideias, sim, o são. Estamos partindo para um momento em que o ser é mais importante que o ter, as experiências mais importantes que as posses
  9. Manter a voz de seus escritores preferidos viva: já falei sobre isso no início do texto, mas julgo importante

Assim, minha sugestão é: doe e dê livros que estão em sua estante.

Escolha pelo menos metade deles e experimente o ato transformador que é fazer os livros voarem.

Escolha amigos adequados para livros adequados e presenteie.

Escolha a biblioteca ou iniciativa literária que melhor receberá essas obras, de maneira que eles cheguem ao maior número de pessoas possível.

 

E se você quiser coroar esse post com a leitura de belo texto de José Carlos Fernandes sobre a Bibliopote, acomode-se e entre aqui: Dois pães e um livro, por favor.

Imagem inicial daqui.

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A Freguesia do Livro nasceu de uma ideia inicialmente implantada na Sociedade Crescer, projeto de atendimento no contra-turno para crianças da Vila Zumbi, região metropolitana de Curitiba. Você pode saber mais dessa história aqui. Lá ficamos desde fevereiro/2011 e temos certeza de ter plantado algumas sementes e colhido alguns frutos. Muitas crianças se descobriram leitoras e todas elas tiveram a oportunidade de serem apresentadas ao mundo da literatura com o prazer e cuidado que ele merece. Essa biblioteca alcançou sua autonomia e agora, um ciclo se fecha e deixamos a Sociedade Crescer, esperando que a criançada aproveite os livros que constituem sua biblioteca.

Para celebrar o tempo em que estivemos lá, levamos o Engelbert Schlögel, que acredita firmemente no poder do voluntariado e viaja o mundo afora exercendo essa possibilidade que todos temos de fazer diferença na vida das pessoas. A última viagem foi para o Nepal, onde ele trabalhou por alguns meses em um berçário de elefantes, cuidando da Lumna, uma elefanta muito simpática. A aventura virou livro e foi dessa experiência que ele falou para as crianças da Vila Zumbi, fascinadas pela história, pelo elefante de pelúcia que acompanha Engelbert e do boneco articulado que o representa.

O livro. Informações aqui.

Engelbert foi até lá voluntariamente, deixou a criançada feliz e fechou com chave de ouro a nossa passagem por lá. Ao Engelbert, agradecemos por isso.

A Freguesia organiza ou ajuda a criar bibliotecas. Se tiver interesse, entre em contato.

* Fotos desse post foram feitas por Paolo Trippa, fotógrafo italiano de passagem pelo Brasil.

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