Feeds:
Posts
Comentários

Archive for the ‘Gostar de ler’ Category

book-on-beach1

O que você acharia de encontrar um caixote cheio de livros no hotel ou pousada em que estiver hospedado? Um canto de leitura onde você pode deixar o livro que terminou de ler durante a viagem e se servir de outro que poderá deixar em seu próximo destino? Ou, ainda, foi desprevenido para uma pousada charmosa em uma praia e… chove muito. Nenhuma livraria por perto, mas o hotel pensou em agradar seus hóspedes e tem uma pequena estante cheia de livros livres.

images

Você, hóspede, com certeza ficaria muito feliz!

E você, dono de hotel, pousada, resort ou camping? O que acha de ter mais esse serviço para oferecer a seus clientes? A Freguesia do Livro já levou livros a diversas pousadas e hoteis.

Knock Knock Hostel,  perto do centro, em Curitiba, tocado por três jovens cheios de criatividade. Combinação perfeita.

Backpackers Hostel. Também em Curitiba.

DSC01332

 Uma caixa cheia de livros no Curitiba Hostel.  Em um imóvel tombado, no centro histórico de Curitiba.

DSC02012

Pousada Ribeirão das Pedras, em Bocaiúva do do Sul. Hóspedes com literatura!

Hotel Del Rey – Foz do Iguaçu/PR

1385680_10151795039929051_167558991_n

Grajagan Surf Resort – Ilha do Mel/PR

Quiosque 3

Levamos livros para a Pousada Varshana – Balsa Nova/PR e recebemos esse depoimento:

Nossa pousada tem como objetivo proporcionar descanso e tranquilidade a nossos clientes.
Nossa temática indiana conquista cada dia mais as pessoas que querem ficar em silêncio e se desconectar.
Com este conceito criamos uma pequena biblioteca, usando nossos próprios livros e doações de amigos (como a Freguesia do Livro) para incentivar a leitura, afinal, não temos TV nos quartos.
Em breve teremos um novo espaço na pousada que vai se chamar Louge Varshana. Lá teremos uma sala de leitura, jogos educativos e videoteca com filmes selecionados.
Para os doadores de livros (não importa a quantidade) vamos conceder um desconto de 5% em qualquer um de nossos pacotes publicados em nosso site www.varshana.com.br. Basta trazer sua doação e o desconto será concedido no check out, legal?
Abraços e obrigado pelo apoio!
Lincoln Moro e Arlete Santos

IMG_0178

Se o seu estabelecimento for em Curitiba, região metropolitana ou litoral do Paraná, entre em contato conosco (fregues@freguesiadolivro.com.br)  que faremos chegar livros até vocês. Se estiver em outras regiões do Estado ou do país, arrecade livros, organize um pequeno acervo e seja mais um nessa cadeia de incentivo à leitura.

Anúncios

Read Full Post »

DSCN3600

Texto de Silviane Sasson

       As pequenas cidades do litoral podem ser muito especiais no inverno. Nas últimas férias pude aproveitar vários dias frios, porém azuis e ensolarados, numa praia de Santa Catarina, sul do Brasil, em companhia de meu marido e nossa filha Gabriela, de 4 anos. É a mesma praia que freqüentamos nos verões, de águas claras e tranquilas, mas pouca gente circula, a brisa é constante, as crianças vão à praia de roupa. Há um charme e uma calma que não existem no verão. O sol não castiga, ninguém se sente obrigado a passar o dia todo na areia e então sobra tempo pra muita coisa. Há tempo para uma boa refeição, preparada por toda a família. Há tempo para dormir fora de hora. Há tempo para ler.

      Apesar de cada dia ter sido diferente, acabamos criando uma rotina pela manhã cedo e outra no início da noite. Pela manhã, dávamos um longo passeio de bicicleta à beira mar. No início da noite, sentávamo-nos num Café em frente à praia para tomar um café ou chocolate quente, folhear revistas e ler para nossa filha alguns dos livros da pequena biblioteca, à disposição dos clientes do Café. Enquanto o chocolate quente era preparado, escolhíamos os livrinhos de contos de fadas clássicos. Eu lia os livros escolhidos e Gabriela acompanhava as ilustrações e o ritmo das histórias, fazendo comentários divertidos em suas passagens prediletas.

    Na terceira noite já havíamos lido todos os livrinhos infantis do Café, alguns mais de uma vez. Gabriela, então, resolveu que seria ela quem “leria” as historinhas para mim. Achei uma ótima idéia (apesar de ela ainda não saber ler). E assim foi naquela noite: escolhidos três livros, começou a “ler” as histórias para mim. Sem interromper ou corrigir deixei que ela “lesse”. Eu ainda não sabia que começaríamos naquele Café uma experiência muito especial.

     Com um tom narrativo e muitas vezes mudando o timbre de voz nos diálogos entre os personagens, minha filhinha acompanhava as ilustrações, “lendo” as aventuras que eram contadas a partir de sua privilegiada memória, aliada à criatividade e à imaginação que apenas crianças de pouca idade são capazes de ter. Muitos dos desfechos que eram tristes passaram a ser divertidos. Personagens que eram malvados se redimiam ao final em lugar de serem punidos. Os reinos ganhavam nomes e cores. Nos banquetes dos bailes eram servidas sobremesas de chocolate. Protagonistas ou palavras de alguma historinha eram inseridos de uma maneira super habilidosa em outra. O último livro daquela noite foi Ali Babá e os Quarenta Ladrões e Gabriela “leu” assim a parte em que Ali Babá descobre a caverna:

“Ali Babá passeava pelas montanhas quando viu um grupo de muitos homens em frente a uma caverna. Um dos homens, com jeito de chefe, parou na frente da caverna e disse “abra-cadabra-pelo-de-cabra!”– e então uma grande mágica aconteceu”.

  Naquele momento eu percebi que Gabriela estava mesmo “lendo”, partilhando histórias a partir das páginas dos livros e do significado de informações acumuladas em seus pouco mais de 4 anos. Era a mesma história, sob outra ótica, por outras palavras. Afinal, “abra-cadabra-pelo-de-cabra” é uma palavra tão mágica quanto “abre-te-sésamo”. E embora o texto original do livro não usasse a palavra mágica, o que significa caverna se abrindo além de um grande passe de mágica?

     No retorno das férias tivemos a sensação de que os livrinhos da biblioteca de casa se haviam multiplicado! Passamos a ler histórias já conhecidas juntas, mais de uma vez na mesma noite. Eu lia a versão original, Gabriela lia o livro a seu modo. Às vezes repetia exatamente o texto que havia escutado, como estivesse realmente lendo, letra por letra. Outras vezes dava à ilustração a interpretação que o desenho lhe transmitia. O final podia ser o tradicional ou outro, completamente inusitado!

     Passamos a fazer a mesma coisa com os livros trazidos semanalmente da biblioteca da escola e nossas sessões de leitura antes de dormir tornaram-se momentos únicos. Agora, a novidade é que invertemos a ordem da leitura quando a história é inédita: primeiro Gabrielinha vê a capa e contra-capa do livro, passa as páginas, observa as ilustrações e “lê” a história como imagina que seja. Em seguida eu leio o livro, ela acompanha as ilustrações e damos muitas gargalhadas ao comparar as versões do autor e a que ela “leu”. Se já sabíamos que uma história pode ser contada de muitas maneiras, aprendemos que o mesmo livro pode contar diferentes histórias. Basta que uma criança tenha em mãos um livrinho e uma boa companhia.

                    A Mãe da Gabriela

Read Full Post »

Captura de Tela 2013-07-09 às 14.07.47

Texto de Fabrizio Manili

Era uma bela manhã de junho em Curitiba e o sol brincava de esconde-esconde com uma pequena nuvem manhosa.

O inverno se aproximava e Leo, meio entediado, naquele dia não tinha vontade de ir brincar com os amigos na praça. Preparou um belo pão com queijo, se deitou no sofá e começou a ler um livro sobre piratas. Marina, sua irmã, chegou na sala bocejando:

“O que está fazendo?” perguntou ao irmão.

“Lendo”,  responde Leo.

“E do que fala o livro”?

Os irmãos tinham isso em comum: gostavam de ler. Antes que Leo pudesse explicar a história, de repente, no silêncio da sala, se ouviu um lamento vindo de trás da grande estante de livros.

“Escutou isso”? perguntou Marina, ficando em pé em um salto. Leo confirmou com um movimento de cabeça, prestando atenção ao ruído.

“Tem alguém atrás dos livros! Estou com medo…”  falou Marina assustada.

Leo se aproximou lentamente à estante e tirou alguns livros do lugar.

“Sim, sim” – disse uma voz fraquinha de dentro de um livro vermelho – “Estou bem aqui dentro! Por favor, abram!”

Os dois irmãos tiraram o livro da estante e cuidadosamente o apoiaram no chão. Estava meio empoeirado e, depois de soprarem o pó, reconheceram a velha capa.

‘É o livro da história da Cinderela! – exclamou Marina – Lembra dele? Quando éramos pequenos, líamos essa história sempre, todos os dias!”

Leo abriu o livro e ouviu de novo aquela estranha voz:  “Adiante, adiante… mais adiante: devem ir à página 21…”

Dezoito, dezenove, vinte… vinte e um…

“Finalmente, me encontraram! Parabéns!” disse a pequena voz.

“Mas… mas… você, quem é?” – perguntou Marina.

“Sou a fada da Cinderela! Vocês não se lembram mais de mim? Verdade que faz tanto tempo desde a última vez que abriram esse livro…”

“O que acontece? – perguntou Leo – Por que se lamenta tanto?”

“Uma desgraça! – exclamou a voz da fada – Não consigo mais transformar a abóbora em carruagem! Cinderela deve ir ao baile no castelo para encontrar o Príncipe! Mas se não tiver a carruagem… Oh, céus! Não quero nem pensar o que pode acontecer. Que desgraça!”

“O que aconteceu com a abóbora?”- perguntou Marina.

“Oh! Eu não sei. Há algum tempo tenho visto que a palavra “abóbora” está se encolhendo cada vez mais. E com uma abóbora assim murchinha, a magia não funciona! Me ajudem, por favor! Senão, Cinderela não se casará com o Príncipe!”

“Uhm, talvez… Se a abóbora está murcha, está só precisando de um pouco de água fresca!”- raciocinou o menino.

Marina correu até a cozinha para buscar um copo d’água e um contagotas e voltou rápida para a sala. Encheu o contagotas e deixou que um pequeno pingo caísse sobre a palavra “ABÓBORA”. Os irmãos e a fada esperaram um pouco, mas…. nada: a abóbora continuava seca e murcha como antes.

“A água não funciona” – disse Leo tristonho, enquanto a fada começava a chorar de desespero.

“Precisamos procurar ajuda – declarou Marina – Vamos levar o livro para algum médico, farmacêutico, veterinário… Não sei! Alguém que possa ajudar a fada a transformar a abóbora em uma carruagem, para levar a Cinderela ao baile no castelo.”.

Leo e Marina pegaram o livro e sairam de casa. Procuraram ajuda durante o dia todo. Pediram ao médico, ao famacêutico, ao veterinário, ao florista, ao eletricista… mas nada! Ninguém conseguia resolver o problema.

Quando finalmente tinham perdido as esperanças de salvar a abóbora e a fábula da Cinderela, passaram diante de um loja muito diferente e colorida.

O lugar era cheio de caixas de madeira, daquelas que se usam para carregar frutas e verduras na feira. Todas as caixas estavam cheias de livros, de todo os tamanhos e cores. Leo levantou os olhos e leu a placa em cima da porta: Freguesia do Livro.

“Que lugar estranho”- disse Marina.

“É mesmo, bem estranho-  concordou Leo. – Mas aqui cuidam de livros: pode ser que saibam como fazer para não deixar a abóbora da Cinderela murchar e secar de vez. Vamos tentar!”

Os dois entraram meio inseguros. E viram, no fundo da loja repleta de livros, três mulheres que riam e cantavam.

“Que divertidas…  – disse Marina – parecem as três fadinhas da Bela Adormecida“.

“Não faça confusão, Marina. – disse Leo – Essa é uma outra história…”

Enquanto isso, uma das mulheres se aproximou com delicadeza. Tinha os cabelos escuros, um ar sereno e falava suavemente: “Olá, meninos, eu sou Ângela. O que acontece? O que precisam?”

“Bem… na verdade, nós…, não sabemos se…” Marina não sabia o que dizer, estava sem jeito de contar aquela história sobre palavras murchas e fadas desesperadas.

Nesse meio tempo entrou correndo na loja um garoto com um livro verde nas mãos. Entregou-o a uma moça loira e sorridente e lhe disse: “Esse é o meu livro da “Branca de Neve” do qual falei ontem. A maçã da bruxa está escura! Está apodrecendo!”

A moça tranquilizou o garotinho: “Não fique preocupado, deixe teu livro aqui que nós cuidamos dele. Vamos levá-lo a pessoas confiáveis”.

Logo depois entrou uma menina com um pequeno livro amarelo apertado entre os braços.. Ela chorava e disse entre soluços: “O conto de fadas… Chapeuzinho Vermelho… quando eu era pequenininha… não leio mais… mas agora… a cesta, o pãozinho para a vovó, está seco, cheio de mofo”!!

A moça loira acariciou a cabeça da menina e sorriu: “Fique tranquila, pequena. Você vai ver: vamos encontrar crianças que querem ler esse teu livro amarelo e o pão não vai mais secar. E a fábula vai voltar a ser o que era”.

A menina sorriu, enxugou as lágrimas  e saiu saltitando de alegria.

Leonardo chegou perto da moça, curioso: “Então… nós também temos um problema com o nosso livro da Cinderela”.

“Do que se trata”? perguntou ela.

“Acontece que a fada do livro não está conseguindo mais transformar com a sua magia a abóbora em carruagem, porque ela está seca e murcha. Tentamos regar com água a palavra “abóbora”, mas não adiantou nada.”

“Vejam bem, meus jovens – respondeu a moça – os livros, quando não são lidos por ninguém e ficam fechados cobrindo-se de pó em uma estante, murcham; suas palavras mofam, encolhem, somem. E as histórias não funcionam mais, não terminam ou terminam mal. As palavras não são regadas com água, mas sim com leitura”!

“E o que podemos fazer?”- quis saber Leo – “Estamos grandes e já lemos e relemos esse livro tantas vezes. Agora lemos outras coisas e não temos mais tempo nem vontade de reler esse aqui”.

“E – completou Marina – temos tantos outros livros como esse em casa, que não lemos há tanto tempo!”

A moça livreira respondeu: “Se vocês não leem os seus livros antigos, existem muitas outras pessoas, grandes e pequenas, que não os leram ainda e querem ler. E quando elas também não forem mais ler os livros, poderão presenteá-los a outros, e assim por diante…”

Leonardo e Marina saíram daquele lugar mágico pensando nos livros esquecidos e silenciosos que tinham em casa. Mesmo sem trocar uma palavra, ali tomaram uma decisão. Para que os livros continuem levando suas histórias, precisam viajar por outros olhos. Se olharam e sorriram: chega de palavras murchando em casa, vamos regá-los com leituras.

O texto acima é de Fabrizio Manili, escritor italiano. Traduzido livremente com autorização do autor por Josiane M. Bibas.

www.frabboscrivano.blogspot.com

Ilustração de Karin Jeanne: www.karinjeanne.com

Read Full Post »

A I Festa da Freguesia do Livro aconteceu e foi linda! A chuva tentou sabotar, mas a literatura brilhou no Galpão Thá Cultural. Escritores curitibanos leram trechos de suas obras para adultos e crianças. Falaram sobre suas preferências literárias e sua relação com os livros.

Crianças fizeram dobraduras e ilustrações. Sorteios de livros e toys animaram a tarde. Contação de histórias e pipoqueiro. Música e fotografia. Um tambor personalizado recebia livros doados e artigos da Freguesia estavam à venda. De tudo e mais um pouco. Só alegrias!

A festa foi um sucesso porque contamos com a preciosa ajuda de Luci Collin na realização e com o apoio e participação de Marcelo Sandmann, Marilia Kubota, Alvaro Posselt, Ricardo Corona, Assionara Souza, Severo Brudzinski, Carlos Machado, Alexandra Barcellos e Marilza Conceição. Origamis de Gogó Guarinello e ilustrações de Mari Ines Piekas. Emanuela Siqueira da Igreja do Livro Transformador, Daniel Zanella do Jornal Relevo, Edison Kruger do Instituto História Viva, Cintia Scoriza. Fotógrafa Bianca Muzzillo, toys da Shofarkids/ Marcus Matumoto. Editora Inverso, Gustas na personalização do tambor e os jovens Luane, Larissa, Cesar e Bernardo recepcionando os convidados. Regina Nakid e Marines Araújo nas vendas e Sandra Martins na divulgação das ações da Freguesia na TV cedida pela Claro. BelPress Comunicação, Galpão Thá Cultural e, desde o começo, Norma e Lucia Müller, da Voilà.

Festa e leitura. Em breve, repetiremos a dose. Aguarde!

Este slideshow necessita de JavaScript.

Fotografias de Bianca Muzzillo e algumas contribuições de Sandra M. Martins.

Captura de Tela 2013-06-18 às 18.54.37

Read Full Post »

PicMonkey Collage-4

A Freguesia do Livro, que recebe livros já lidos e os faz chegar a novos leitores, é um excelente modo de fazer uma ação social: tudo que você precisa fazer é compartilhar leituras e nos ajudar a diminuir a desigualdade brasileira através da educação.

Você pode escolher, entre as alternativas abaixo, o modo como participar desse movimento literário que tira livros parados de prateleiras e os faz circular:

a) você pode doar livros que já leu e não vai ler mais. Para a Freguesia do Livro ou outro lugar que possa se beneficiar com eles.

b) você pode arrecadar livros e repassar para a Freguesia do Livro ou outra iniciativa de leitura por perto de você.

c) você pode criar um Ponto de Leitura da Freguesia do Livro, uma biblioteca comunitária. Identificar um lugar que precisa que seus clientes ou funcionários tenham acesso a uma caixa de livros livres e cadastrar esse local aqui.

d) você pode espalhar essa ideia: se gosta de ler, pode emprestar livros, pode dar para quem sabe que vai gostar, o livro que acaba de ler. Ler se ensina, gostar de ler se incentiva. E criar leitores é tarefa de todos nós.

Participe de algum jeito, contamos com você. Muitos conceitos estão envolvidos no simples ato de doar um livro: consumo consciente, acesso à cultura, educação e responsabilidade social. Tudo isso.

O tempo passa rápido. Livros parados em sua casa estão deixando de ser lidos por outras pessoas. Pense nisso.

Quer entender melhor o que a Freguesia do Livro faz? Veja aqui.

Quer começar um ponto de leitura? Cadastre-se aqui.

Você também pode gostar de….

Acervos

Ter tanto

 

Read Full Post »

Continuando nossa apresentação de movimentos da Freguesia… Você pode ver os posts recentes aqui e aqui.
Ciranda de Pais é um programa que percebeu que práticas educativas com os pais são essenciais para a melhoria na aprendizagem das crianças. Estão desenvolvendo atividades de estímulo à leitura em Pinhais, região metropolitana de Curitiba, e a Freguesia contribuiu com livros para crianças e adultos. Saiba mais aqui. Do post que apresenta a Mala dos Sonhos, tirei esse trecho que combina muito bem com a Freguesia:

Os livros dessa corrente literária foram emprestados livremente, sem cadastro, sem data para devolução! As únicas regras são: não deixá-los escondidos no fundo de uma gaveta e fazê-los viajar e, assim, espalhar pó de pirlimpimpim pelos 4 cantos do mundo! Quem gostou, leva, lê e devolve! Quem levou, leu, gostou muito e vai ler outras vezes, passeia com o livro pelo tempo que precisar! Quem levou, leu, gostou muito e deseja que ele se hospede por um longo tempo em sua casa, fica com o livro de presente e traz outro para viajar na Mala!

Captura de Tela 2013-05-17 às 19.23.06

Nossa sucursal em Foz do Iguaçu está se ampliando. Livros no Hotel del Rey, em uma escola de natação, para pacientes que estão fazendo hemodiálise e, em breve, em uma pizzaria da cidade. Muito bacana. Mandamos alguns livros aqui de Curitiba através de amigas como a Giorgia e a Luciana que fizeram uma carona literária. E o pessoal de Foz já está arrecadando por conta própria também.

Captura de Tela 2013-05-21 às 14.57.19

Entre nossos colegas no curso de capacitação do Projeto Legado, está o Instituto Tibagi, um centro de qualificação profissional e inclusão social de jovens aprendizes. Lá encontramos o lugar perfeito para os livros didáticos que tínhamos. Jovens aprendendo, combinou muito bem.

Captura de Tela 2013-05-21 às 14.48.17

Uma bela história: uma cartinha rodou pelo Facebook, escrita por alunos de uma escola em Vidal Ramos, interior de SC. Eles pediam livros infantis porque gostavam de ler e a biblioteca deles tinha poucos livros. Pedimos ajuda pela página da Freguesia e em dois dias tínhamos uma curitibana, a Jacqueline, que ia para Vidal Ramos e queria fazer uma carona literária. Lindo.

Captura de Tela 2013-05-02 às 20.00.11
Por conta da cartinha, as crianças têm recebido livros de todos os cantos. E a alegria que vemos é essa:
OLYMPUS DIGITAL CAMERA
OLYMPUS DIGITAL CAMERA
OLYMPUS DIGITAL CAMERA
Na Cantina Sabor & Arte, que fica em uma escola de dança aqui em Curitiba, uma caixa da Freguesia chegou com livros para os clientes e alunos.
DSC01999

O número de hoteis que oferecem livros da Freguesia a seus hóspedes está aumentando: já tínhamos levado no Knoc Knoc, no Backpackers e na Pousada Ribeirão das Pedras, esse em Bocaiúva do Sul. Agora chegamos com uma caixa cheia de livros no Curitiba Hostel. O lugar é tão bacana que valeu um tour. Em um imóvel tombado, no centro histórico de Curitiba, um trabalho de decoração que respeitou a história do prédio mas também trouxe um ar de modernidade ao hostel, foi um prazer conhecer. Como leitora e espalhadora de livros, o ponto alto para mim foram os quartos com triliches que aproveitam o pé direito alto da construção e onde, maravilha, cada leito tem a sua luzinha de cabeceira.

DSC02012

DSC02015

DSC02021

Tea Time, uma escola que ensina inglês para pessoas acima de 50 anos: levamos alguns livros desse idioma e ali temos agora um ponto de coleta. O mesmo foi feito no La Rauxa, um café  onde a literatura já circula, mas que agora pode receber livros para a Freguesia. E no Atelier Artemista também. Entre em Como doar” e veja todos os nosso pontos de coleta, vai ver que tem um perto de você e ficar cheio de vontade de levar livros para a Freguesia.

PicMonkey Collagae

Untitled

Você pode ver um apanhado de todos os lugares onde já chegamos com livros nesse post: Pontos de leitura da Freguesia do Livro

Read Full Post »

Mais informações sobre o caminho dos livros que recebemos em doação. Veja o primeiro resumo de 2013 aqui.

Em dezembro/12 e abril/13: uma livre distribuição de livros na Utfpr – Universidade Tecnológica Federal do Paraná – os alunos puderam escolher livros para seu lazer. Muito bacana. Veja mais aqui.

Captura de Tela 2013-04-18 às 17.57.08

DSC01565

A mesma coisa foi feita no Centro Universitário Claretiano. Livros das áreas de cursos que a universidade oferece chegando direto para quem pode aproveitar.

DSC01702

Um supermercado no Bacacheri – Curitiba. Agora o Supermercado Gasparin tem livros para seus 80 funcionários no refeitório.

DSC01661

Marcia nos encontrou pela internet e solicitou livros para duas iniciativas diferentes: para a biblioteca do Instituto Arayara de Educação para a Sustentabilidade e para a Fraternidade Feminina Cruzeiro do Sul do Grande Oriente do Brasil, no laboratório de um curso de informática gratuito para pessoas carentes da comunidade do Uberaba e demais regiões. E lá foram os livros!

Captura de Tela 2013-04-30 às 22.39.24

Silvanira pediu livros para Matinhos, litoral do Paraná, relativamente perto de Curitiba. Um parente veio buscar e pronto: livros para uma mini biblioteca numa associação de moradores da Comunidade Eldorado.
Captura de Tela 2013-04-30 às 23.00.46
Foz do Iguaçu também recebeu livros da Freguesia e dessa vez também pelas mãos da Tatiana, que abraçou a causa e resolveu fazer uma Freguesia por lá. Arrecadou livros, pintou caixas e levou para um centro de hemodiálise. Já colaborou até para mais um ponto de leitura, no Hotel Del Rey.
DSC03211
Ajudamos em mais uma organização de biblioteca. Dessa vez foi na instituição De Mãos Unidas, onde uma caixa nossa já estava disponível para as crianças na hora do recreio.
PicMonkey Collagema
A Norma surgiu em nossas vidas no começo da Freguesia doando alguns livros. Em seguida, indicou nosso trabalho para uma pousada, onde agora temos uma caixa de livros para os hóspedes. Ela promove ações culturais e nos leva junto, o que achamos ótimo! Assim, já estivemos com ela na Quadra Cultural, evento que acontece em Curitiba promovido por um bar e que mobiliza muita gente.
DSC01652
Agora ela nos apoia no Galpão Cultural Thá que, enquanto prepara a construção de um edifício, resolveu agitar o centro de Curitiba com atividades culturais bem variadas. E tem uma caixa de livros da Freguesia lá.
DSC0187a5
Um grande Pedágio Literário feito no 2GET Sale nos trouxe muitos livros excelentes.

DSC01971

DSC01981

E o Pedro nos mandou 3 caixas de livros do Recife!! Tem gente muito bacana nesse mundo!

DSC01962

DSC01963

Livros que estarão, em breve, numa caixa perto de você!

Read Full Post »

Older Posts »