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Archive for the ‘Doações’ Category

A Freguesia do Livro cresceu, virou ONG, uma iniciativa que espalha livros por aí. Os livros que distribuímos são doados por você, por muitas pessoas que acreditam que cultura é movimento de trocas contínuas.

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As caixas que colocamos nos locais que você pode ver aqui, chegam lindas, cheias de livros e, em pouco tempo…  às vezes esvaziam. Bacana, você pode estar pensando, as pessoas estão lendo. É nisso que também acreditamos, pois se assim não fosse, não estaríamos carregando caixas e mais caixas de livros para lá e para cá.

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Hoje, queremos mais. Queremos caixas auto-sustentáveis, sem a reposição inesgotável de livros sempre que os volumes escoam. Queremos engajamento, que as pessoas que levam, efetivamente devolvam, passem adiante ou colaborem trazendo mais livros como diz a mensagem nas primeiras páginas de cada livro ofertado. Queremos que quem recebe nossa caixa se sinta responsável por ela, que a proteja, a apresente, a alimente. Queremos que as pessoas se sintam envolvidas, comovidas, contagiadas pela possibilidade de incentivarem quem está por perto a ler. E ninguém faz isso melhor que o leitor, aquele que é apaixonado pela leitura.

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Queremos que todos aprendam a arrecadar.

Quem quer doar, pode envolver mais pessoas nessa ação. E quem recebe a caixa, pode ajudar a mantê-la recheada de livros. Basta arrecadar.

O hospital que recebe nossos livros para suas salas de espera, tem um corpo médico e de enfermagem e pode deixar uma caixa no refeitório para coletar livros e depois compartilhar entre os pacientes.

As empresas que acreditam em ações sociais (ainda existe quem não acredite em ações sociais hoje em dia?) podem provocar seus funcionários a doarem seus livros parados em estantes e os encaminhar para a Freguesia, uma caixa no refeitório para trocas ou para locais que se beneficiariam com eles em seu entorno.

Escolas? Excelente lugar para solicitar livros para alunos e seus pais. Crianças devem aprender desde pequenas as noções do desapego, do compartilhamento, das pequenas ações que ajudam quem precisa mais do que elas.

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Eventos culturais podem solicitar livros como doação. O público que circula em eventos como esses faz parte de uma fatia leitora da comunidade, que cada vez mais se conscientiza de que livros precisam circular e acervo é aquilo que fica em cada um de nós dos livros que já lemos.

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Eventos sociais também são excelentes oportunidades: lanches, aniversários, festas, jantares. Peça um livro doado. Um pedágio literário.

As redes sociais ajudam e muito. Faça uma campanha pessoal de arrecadação de livros. Escolha um beneficiário e divulgue seu desejo de coletar livros para a Freguesia do Livro, ou para uma creche/frutaria/farmácia/café perto da sua casa, ou para uma escola que pode estar entre as tantas que nem biblioteca têm. Inspire-se em nossa página no Facebook: www.facebook.com/freguesiadolivro

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Arrecade. Livros, colaboradores. Crie leitores.

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Na trajetória da Freguesia já encontramos todos os tipos de relações com livros: pessoas que nos olham espantadíssimas pela simples menção à retirada de qualquer volume de suas casas, viram as costas e nos deixam falando sozinhas; aquelas em que vemos, enquanto desfilamos o discurso sobre nosso movimento literário, o surgimento por trás do olhar de uma dúvida – “Será que preciso mesmo guardar todos aqueles meus livros”? – e outros que parecem ficar muito felizes em encontrar na Freguesia um modo de dar um destino bom e confiável aos livros que desejam colocar para viajar por aí.

E tem os que sabem que livros são moeda cultural preciosa e fazem deles um jeito de mudar o mundo. São os amigos, lojas e empresas que fazem arrecadações de livros e os enviam para nós. Recentemente recebemos uma excelente doação do escritório de advocacia Augusto Prolik, aqui de Curitiba, e da Leroy Merlin, onde muitas caixas nos aguardavam.

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Exemplo extremo, quando falamos de arrecadações de livros, é  Juliette que nos envia da Holanda livros infantis que ela traduz e adesiva com textos em português. E ainda faz uma coleta de dinheiro entre amigas para as despesas de envio pelo correio.

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Em 2012 e novamente agora, em maio de 2013, Tati Kli, empreendedora e cheia de ideias, promove o 2GetSale, um encontro de tendências, moda, gastronomia e decoração. E a entrada do evento: livros para a Freguesia do Livro! Iniciativa que adoramos!

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Fica a ideia: se você tem loja, escritório, restaurante, vai à igreja, à academia, ao salão de beleza, ao churrasco com amigos, faz festas, aniversário de criança, eventos culturais… Faça uma arrecadação de livros. Um pedágio literário. E lembre de nós!

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Temas de reflexões apaixonantes, discussões engajadas  e cheios de complexidade, eles sempre nos fazem pensar…

  • Para onde vão seus livros depois de doados? Doar livros é essencial e muitas pessoas estão praticando o desapego e doando seus livros. Mas como saber para quem doar? A instituição é de confiança? Meus livros serão lidos? Siga essas dicas para buscar informações sobre campanhas de arrecadação de livros antes de doá-los sem conhecer exatamente seu destino. Tenha certeza de que sua contribuição será útil para muitos.
  • Livros e revistas semanais ou de atualidades antigos (Veja, Superinteressante, Isto É, Época), livros didáticos, apostilas de cursinho vestibular ou de idiomas (preenchidos ou em branco), enciclopédias velhas e livros jurídicos antigos, desatualizados, livros e gibis riscados, rasgados e manchados, que já não servem para consulta ou leitura, podem ser aproveitados para reciclagem. E você mesmo pode encaminhá-los. Saiba como.
  • booksEntenda porque os livros didáticos e apostilas de cursinho vestibular ou de idiomas não servem como doação para algumas bibliotecas comunitárias.

Outros posts interessantes:

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Esse post está aqui para apresentar o que a Freguesia do Livro fez nos últimos dois meses, quando resolvemos ampliar nossa atuação. É  a nossa história dos livros que vão continuar contando suas histórias.

Biblioteca no Projeto Crescer –  Instituição que oferece atividades de contra-turno para crianças que vivem em área de risco social. Iniciamos na Vila Zumbi, Curitiba, em 2o11.

Na Biblioteca Livre Pote de Mel. Levamos alguns livros para contribuir com essa ideia que muito nos inspirou. Curitiba.

A Biblioteca Comunitária Sítio Vanessa. Parceiros. Amigos. Um lugar para onde vale a pena mandar livros. Morretes/PR.

Livros para o Instituto Nauru, uma ONG que abriga meninos de 8 a 18 anos em situação de risco pessoal e social, em uma família alternativa .

Para o Praia Secreta – Rafting e Expedições, que também faz um trabalho de treinamento empresarial e recolheu doações de livros sobre Liderança. A Freguesia ajudou.

Caixa com livros para os funcionários da Ingrax – Indústria de graxas. Em Curitiba e na sede do Rio de Janeiro.

Em um salão de beleza. Curitiba.

Livros para o Amigo Livro, iniciativa recente em Guaratuba/PR.

E para a Escola Rural Municipal de Anhaia e Escola Rural Municipal de Rodeio. em Morretes/PR.

Hospital Erasto Gaertner – Curitiba. Daqueles lugares onde os livros fazem grande diferença.

Para os funcionários da Gráfica Comunicare, parceira nos nossos impressos.

Na Aliança Francesa – livros didáticos e de literatura em francês. A Aliança, por sua vez, oferece os livros gratuitamente aos seus alunos. Livros em movimento.

Todos os pontos de leitura citados anteriormente têm como característica a total disponibilização dos livros, porque a intenção é estimular esse contato. Essa semana começamos também a colocar pontos de leitura em lugares frequentados por um  público já leitor, com a proposta “Leve um livro. Deixe um livro“.

No MI+x Café e Arte. Entre. Tome um café. Leve um livro. Traga um livro. Em Curitiba. Também é Ponto de Coleta.

No Guiolla Hamburgueria Gourmet. Virou Ponto de Leitura. E Ponto de Coleta. E com evento de troca de livros!

Para finalizar: temos muitos cadastros para novos Pontos de Leitura. Para isso, doações de livros serão sempre bem-vindas.

Alguns desses cadastros vêm de lugares distantes de Curitiba, como Acre, Rondônia, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais. Esperamos sensibilizar transportadoras, agências dos Correios ou iniciativas próximas a esses locais para que os livros cheguem onde são desejados e necessários. Se você, que nos acompanha, tiver alguma boa idéia, por favor, ajude-nos a levar livros para outros lugares do Brasil.

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É uma boa ideia, calma. Que tal se juntar a nós numa proposta simpática e simples? Pedágio Literário.  Vai receber amigos para um jantar? Peça que cada um traga um livro de casa para doar – já lido, esquecido e abandonado num canto, é até um favor. Marcou um lanche com as amigas em um café charmoso? Pede um livro de cada. Vai reunir a turma da faculdade para um happy hour? Solicitação de doação de livro neles! Está organizando um evento e não aguenta mais pedir lata de leite em pó ou alimento não perecível? Varie, peça que tragam um livro ou revistas em quadrinhos.

Todo mundo tem um livro que pode doar sem dor, mas nunca parou para pensar nisso. Com uma ideia tão simples, quem sabe a pessoa não vai até sua estante de livros e percebe que mais de um livro poderia sair dali para ir visitar novas paragens…

E o que fazer com os livros que você arrecadar? Manda para nós! A gente distribui para novos leitores.

Pratique o Pedágio Literário e depois conte suas experiências para nós. Pode render boas histórias que publicaremos aqui!

Esse post participa do BookCrossing Blogueiro do Luz de Luma. No blog encontrei essa texto que combina muito com o jeito que a Freguesia do Livro pensa:

“Lembre-se que deixar um livro fechado tem o mesmo valor de folhas em branco. Não deixe que histórias, reflexões e conhecimentos se enclausurem.”

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Esse texto veio do blog da Silmara Franco. E tem muito a ver com a Freguesia.

Amanhã

Por Silmara Franco


                                                   Ilustração: India Amos/Flickr.com

“Contei: são seis livros novos repousados ao lado da cama, mais outro tanto, arrumadinho na estante. Adquiridos, emprestados, ganhos. Todos aguardam, pacientemente e em certa fila anárquica, minha leitura. Que inicia, avança, mas não finda. É a roda-viva do dia-a-dia, fazendo picadinho de mim. A maldição do fiado, enfeitiçando a biblioteca particular: só amanhã.

Quase sempre, vivemos, os livros e eu, algo parecido com a síndrome do mamão. Eternamente renovado na fruteira, sob os votos de papá-lo todos os dias, ele há de garantir longevidade e intestino em ordem. Já registrei em cartório: quero completar cem anos fazendo tai-chi-chuan na praia. E o fruto é protagonista do plano. Fatalmente, porém, eu o flagro apodrecendo. Ao preferir o açucarado e fácil Sucrilhos matinal, me esqueço dele. Assim é com o livro, que vive perdendo a vez para eventuais fast-leituras, lotadas de calorias e poucos nutrientes. Livro, ao menos, não estraga. Também contribui para a vida longa, põe a mente para funcionar, faz bem à pele. E, de quebra, também é cheio de sementes.

Dei para colecionar livros na (vã?) promessa de que esse, ah! Esse eu vou ler. O problema é que arrumo sarna demais para me coçar. A leitura prometida fica para o dia seguinte, mês que vem, nunca. E ‘nunca’, todo mundo sabe, não existe no calendário. Eles, os livros, vêm parar nas minhas mãos por vários motivos. Um é culpa do projeto gráfico, lindo de morrer. Outro, de um assunto que eu pre-ci-so dominar. Mais um, daquele autor que eu não perco nenhuma vogal publicada. Mais outro, porque o amigo achou que eu deveria ler, e me deu de presente. (Quase sempre o amigo está certo.) Como procuro não questionar os mecanismos (ou ordens) do universo, eu os acolho, dou-lhes as boas-vindas, apresento-lhes a estante, confiro suas orelhas, exploro até a página vinte. Ler inteiro, que é bom, necas. Em casa, a proporção entre lidos e não-lidos beira o fracasso: um para dez. Até o criado ao lado da cama, que não é nada mudo, levanta a voz para mim, vez por outra: “O que há com você?”. Não sei de qual doença padeço.

Tê-los, apenas tê-los, vistosos na estante, funciona como alívio, espécie de garantia: a de que só sua presença já fará seu conteúdo ser telepaticamente absorvido. Tornar-se proprietário de um livro dá certa paz, algum conforto, uma quase segurança. Sabe-se lá se ele, mesmo quando não é folheado, não é capaz de emanar suas letras pelo espaço, além capa, além prateleira?

Batizei um lugarzinho em meu computador, no browser, de “Para ler depois”. É lá que guardo o que vou descobrindo de interessante no oceano sem fim da web. São links de artigos, matérias, críticas, resenhas, blogs. E, como nas promessas para livro e mamão, juro retornar em breve. Sempre dou cano. Não sei ler tanta notícia.

Antes de dormir, contei de novo os livros ao lado da cama. Havia cinco. Li? Não. Marido levou um, sem avisar. Só assim. E viva o fiado”.

E por que tem a ver com a Freguesia? Porque acreditamos que ler é bom, é muito bom. E porque livros “por ler” merecem ficar esperando sua vez em nossas vidas. Já os que já lemos… podem passear por aí!

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Aqui explicamos que tipos de livros recebemos.

Fazemos parte de uma iniciativa voluntária, com Pontos de Coleta de doações, gentilmente disponibilizados por amigos do projeto, que também acreditam que livros devem circular. Assim sendo, é importante que os livros que recebemos estejam em boas condições, sejam atuais (pós 1980) e tragam um conteúdo que possa interessar a outras pessoas. Não temos estrutura para receber livros que não atendam a estes critérios.

Toda a atuação da Freguesia do Livro começa com os livros doados. Ou um pouco antes, quando você avalia os livros que tem parados em suas estantes e percebe que eles poderão ser mais úteis nas mãos de pessoas que podem se divertir e aprender muito com eles.

Os livros que possam ser aproveitados por outras pessoas, por inteiras comunidades. Que incentivem a leitura. E recebemos também DVDs e CDs de música, pois os consideramos instrumentos de lazer e cultura.

Portanto, se você quer doar livros, DVDs ou CDs em bom estado, encaminhe para nós, fazendo contato através de comentário aqui no blog ou vendo aqui os Pontos de Coleta, caso você seja de Curitiba ou região metropolitana.

Nosso email: fregues@freguesiadolivro.com.br. Telefones (41)9921-6456 (Josiane) e (41)9915-3878 (Ângela).

Que livros recebemos? Aqueles que você acredita que possam ser úteis e interessantes para outras pessoas. E que estejam em condições de serem lidos por crianças, jovens, adultos e idosos. Lembrando que tanto nós, que organizamos as doações quanto as crianças, jovens e adultos que as receberão em suas pequenas bibliotecas, merecemos artigos em bom estado.

Caso você tenha dúvidas, especificamos o que recebemos:

– livros em bom estado, editados após 1980

– livros em outros idiomas

– revistas de decoração, educação, jardinagem, culinária, viagem, automóveis, náutica, artesanato.
– revistas em quadrinhos

– enciclopédias editadas depois de 2000
– livros didáticos e técnicos atuais e aproveitáveis por outros alunos
– CDs de música e DVDs de filmes que funcionem.

Estamos trabalhando no sentido de disponibilizar aqui no site endereços que recebam papel para reciclagem. E sebos para os livros mais antigos ou que fujam dos critérios que estabelecemos para a Freguesia do Livro. Aceitamos ideias, caso conheçam iniciativas, sebos ou cooperativas.

Foto Sítio Vanessa

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