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Archive for the ‘Bibliotecas comunitárias’ Category

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Juliana fez um apelo através do Facebook: queria mandar livros para São Domingos do Capim, no Pará. Ela esteve lá em julho de 2013, participando do Projeto Rondon, que leva universitários para cidades com baixo índice de desenvolvimento no Brasil..

A cidade destino de Juliana, São Domingos do Capim, está situada no meio da floresta Amazônica, tem cerca de 30.000 habitantes e como era de se esperar, muitas carências, entre elas o acesso à leitura. Os moradores calorosos e receptivos conquistaram essa estudante de Publicidade e Propaganda que não encerrou seu vínculo com o lugar voltando para Curitiba. Chegando em casa, iniciou uma arrecadação de livros para enviar para o Pará.

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Conseguiu muitos livros, foi lindo de ver. Conseguiu também quem levasse as muitas caixas para aquelas lonjuras e prometeu nos enviar as fotos quando os livros chegarem a seu destino final, o que pode levar uns três meses, depois de várias ajudas voluntárias e baldeações.

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Juliana Branco, brasileira, rondonista e um exemplo de que quando a gente resolve fazer, a gente faz.

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Para ter um panorama completo da experiência de Juliana, veja esse blog: marcosslaviero.com

Juliana não está mais arrecadando livros.  E foi parceira da Freguesia do Livro encaminhando para nós os livros que não combinavam com a comunidade para onde iam. Inspire-se nesses exemplos e pense que sempre é tempo de rever suas prateleiras e seus livros parados lá!

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Você pode escolher, entre as alternativas abaixo, o modo como participar desse movimento literário que tira livros parados de prateleiras e os faz circular:

a) vou doar livros que já li e não vou ler mais. Para a Freguesia do Livro ou outro lugar que possa se beneficiar com eles.

b) vou ser um Ponto de Coleta: receber livros doados e repassar para a Freguesia do Livro ou outra iniciativa de leitura perto daqui.

c) vou espalhar essa ideia.

d) vou criar uma biblioteca comunitária.

e) acho que livros não devem ser doados (sé-rio??!!)

Participe de algum jeito, contamos com você. Muitos conceitos estão envolvidos no simples ato de doar um livro: consumo consciente, acesso à cultura, educação e responsabilidade social. Tudo isso.

O tempo passa rápido. Livros parados em sua casa estão deixando de ser lidos por outras pessoas. Pense nisso.

Quer entender melhor o que a Freguesia do Livro faz? Veja aqui.

Deu vontade de participar doando livros? Veja como aqui.

Quer começar um ponto de leitura? Cadastre-se aqui.

Quer ver para onde os livros vão? Entre aqui.

Você também pode gostar de….

Acervos

Ter tanto

 

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Mais informações sobre o caminho dos livros que recebemos em doação. Veja o primeiro resumo de 2013 aqui.

Em dezembro/12 e abril/13: uma livre distribuição de livros na Utfpr – Universidade Tecnológica Federal do Paraná – os alunos puderam escolher livros para seu lazer. Muito bacana. Veja mais aqui.

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A mesma coisa foi feita no Centro Universitário Claretiano. Livros das áreas de cursos que a universidade oferece chegando direto para quem pode aproveitar.

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Um supermercado no Bacacheri – Curitiba. Agora o Supermercado Gasparin tem livros para seus 80 funcionários no refeitório.

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Marcia nos encontrou pela internet e solicitou livros para duas iniciativas diferentes: para a biblioteca do Instituto Arayara de Educação para a Sustentabilidade e para a Fraternidade Feminina Cruzeiro do Sul do Grande Oriente do Brasil, no laboratório de um curso de informática gratuito para pessoas carentes da comunidade do Uberaba e demais regiões. E lá foram os livros!

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Silvanira pediu livros para Matinhos, litoral do Paraná, relativamente perto de Curitiba. Um parente veio buscar e pronto: livros para uma mini biblioteca numa associação de moradores da Comunidade Eldorado.
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Foz do Iguaçu também recebeu livros da Freguesia e dessa vez também pelas mãos da Tatiana, que abraçou a causa e resolveu fazer uma Freguesia por lá. Arrecadou livros, pintou caixas e levou para um centro de hemodiálise. Já colaborou até para mais um ponto de leitura, no Hotel Del Rey.
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Ajudamos em mais uma organização de biblioteca. Dessa vez foi na instituição De Mãos Unidas, onde uma caixa nossa já estava disponível para as crianças na hora do recreio.
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A Norma surgiu em nossas vidas no começo da Freguesia doando alguns livros. Em seguida, indicou nosso trabalho para uma pousada, onde agora temos uma caixa de livros para os hóspedes. Ela promove ações culturais e nos leva junto, o que achamos ótimo! Assim, já estivemos com ela na Quadra Cultural, evento que acontece em Curitiba promovido por um bar e que mobiliza muita gente.
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Agora ela nos apoia no Galpão Cultural Thá que, enquanto prepara a construção de um edifício, resolveu agitar o centro de Curitiba com atividades culturais bem variadas. E tem uma caixa de livros da Freguesia lá.
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Um grande Pedágio Literário feito no 2GET Sale nos trouxe muitos livros excelentes.

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E o Pedro nos mandou 3 caixas de livros do Recife!! Tem gente muito bacana nesse mundo!

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Livros que estarão, em breve, numa caixa perto de você!

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Frase batida, sabemos: uma biblioteca não é feita de livros, mas sim de leitores. Se isso é óbvio, então responda: o que produz um leitor?

No mar de crianças que atendidas na biblioteca que a Freguesia do Livro montou na Vila Zumbi, algumas com vidas tão cheias de problemas que ler ou não ler deveria ser detalhe, muitas ignoravam os livros solenemente. Outras tentavam se interessar e levavam livros para casa, mas aí o descaso atávico e familiar fazia com que os livros não fossem valorizados e, quando e se voltavam, apareciam com cara de quem passou por maus bocados. Mas teve dois ou três que, assim, do nada, amaram os livros. No meio daquela dura realidade, sentavam-se concentrados, escolhiam com critério e voltavam todos pimpões para a troca na semana seguinte. E nos brindavam com presentes como esse:

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Alguém arrisca um palpite? Modelo em casa? Pouco provável, a irmã não demonstrava o mesmo interesse. Acertamos nas primeiras indicações de leituras? Com certeza essa alternativa encheria nossa bola, mas ele já começou assim, leitorzinho voraz. É mais inteligente que os outros e por isso lê, ou porque lê é mais inteligente que os outros? Ou é só mais curioso? Ou os livros chatos obrigatórios da escola não sabotaram seus voos literários, como fazem com tantos?

Então é isso, não sabemos o caminho, mas não desistimos de procurar. Lá no fim dele sempre pode ter alguém que está só esperando um livro para se descobrir leitor.

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Conheça mais:

www.freguesiadolivro.com.br

facebook.com/freguesiadolivro

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A Freguesia do Livro existe porque algumas (cada vez mais, que bom) pessoas doam seus livros para que possamos criar pontos de leitura nos mais diversos locais. E para nós é muito importante mostrar para onde seus livros estão indo. Continuamos trabalhando e muito! Espalhando os livros e levando literatura e informação para muitos lugares. Aprecie.

Começamos o ano levando livros para Ilha de Valadares, uma pequena ilha que fica bem na frente de Paranaguá com acesso de carro apenas por uma pequena ponte, onde se passa só com autorização especial. E a Freguesia foi autorizada! Chegamos lá com um carro abarrotado de livros para 3 CMEIs (Centros Municipais de Educação Infantil): crianças de 0 a 6 anos receberam muitos livros lindos! Inclusive uma boa parte dos livros enviados da Holanda pela Juliette.

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Ilha de Valadares tem uma educadora muito ativa que combina muito com a Freguesia: ela faz parte de um projeto que estimula a leitura dos pais junto com as crianças do CMEI. É o projeto Sacolas Viajantes, do qual você pode saber mais aqui. Envolve leitura e desenho, e por tabela estimula os pais a lerem mais. Por isso levamos livros para adultos também, é claro!

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Fernanda precisava apresentar um projeto na sua escola e teve a ideia de falar sobre a Freguesia do Livro. Arrecadou livros e junto com os que mandamos, montou um ponto de leitura na Paróquia Nossa Senhora do Bom Conselho, em Santa Felicidade, Curitiba. Ler mais é mesmo um bom conselho.

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Livros e frutas combinam? E como! No meio das caixas de bananas, maçãs e uvas, desponta uma cheia de cultura e histórias. Com uma aceitação que nos faz pensar que esse é um lugar ideal para colocar mais caixas como essas. Você não conhece uma quitanda perto da sua casa onde poderíamos levar uma caixa cheia de livros? Avise-nos, que a gente leva (Curitiba e região metropolitana. Se for de mais longe, um desafio: arrecade livros e comece você um ponto de leitura). Caixas com livros na Frutaria São Francisco, no Ahú e na Casa Camponesa, no Hugo Lange. Visite e alimente sua fome de cultura.

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Rotaryanos ajudam a comunidade, isso todos sabemos. Essa gestão do Rotary Club Tibagi Guartelá identificou escolas rurais que tinham bibliotecas desabastecidas e solicitou o envio de livros. Eles foram levados para Ponta Grossa no caminhão de uma empresa que apoia nosso trabalho. Lá foram pegos pela Marise que tinha feito o contato e levados para a Escola Estadual Baldomero Bittencourt Taques, a 40 km de Tibagi. Rodaram, mas chegaram!

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A Gráfica Inpag, que nos ajudou com etiquetas adesivas, pensou e decidiu que ter livros para seus funcionários era uma boa ideia. Uma caixa da Freguesia partiu para Ponta Grossa.

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Algumas reposições aconteceram: levamos mais livros para os Centros de Hemodiálise da Pró-Renal e outros foram enviados para colaborar com as simpáticas Mini-bibliotecas de Araucária.

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Continua…

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Antes de começar a Freguesia do Livro, fomos tomar um café com o Alessandro Martins. Ele é o autor do blog Livros e Afins onde faz circular tudo o que tem a ver com esse tema. Ou seja, referência importante no cenário literário.

Ele apoiou a ideia, pois já fazia algo parecido e pioneiro na Bibliopote, aqui em Curitiba. As ideias de Alessandro são inspiradoras, a começar por esse elenco de motivos para doar livros que trouxemos diretamente do blog dele. Você pode ver o post na íntegra, conhecer e acompanhar o blog do Alessandro entrando aqui: livroseafins.com

9 motivos para dar seus livros

Por Alessandro Martins/ Livros e Afins

Livros trazem dentro de si as vozes de homens e mulheres que muitas vezes atravessaram as décadas, os séculos, para chegar até nós. É a voz forte dessas pessoas, falando diretamente aos nossos ouvidos numa relação tão íntima, que ouvimos quando lemos tais páginas. Quando fechamos um  e o mantemos na estante para o resto de nossas vidas, calamos essas vozes que mereciam ser ouvidas por mais pessoas.

É no que acredito.

Poucos são os livros que realmente precisamos manter em nossa posse.

  • Um livro antigo ou raro
  • Um livro com uma dedicatória especial, autografado ou que pertenceu a alguém que, para nós, é importante
  • Livros de consulta ou de referência, como dicionários ou literatura técnica usada com frequência para o exercício de um trabalho
  • Alguma outra situação de que não lembro no momento, mas acho que você entendeu

Livro não é enfeite

Livros não são enfeites ou troféus. Foram feitos para serem lidos. Não para serem exibidos como quem diz: “Veja! Veja! Quantos livros li! Veja como sou culto e inteligente”.

Aqueles livros de que mais gostamos são justamente os livros que devemos passar adiante. Afinal, se gostamos, por que não deixar outras pessoas gostarem deles também?

E, se elas não gostarem, poderão mais uma vez passar adiante o livro, num ciclo infinito até que ele chegue às mãos, aos olhos e aos ouvidos atentos de uma pessoa como você: a pessoa para quem o autor escreveu aquilo, como quem escreve uma carta destinada a atravessar o rio do tempo e do espaço.

Presentear, quando feito de coração, faz mais bem a quem presenteia do que a quem recebe. Na verdade, faz bem às duas partes.

Assim, considero que há diversos motivos para se presentear ou doar livros que estão em suas estantes, dos mais nobres aos mais práticos:

  1. Espaço: se você gosta de ler, novos livros devem chegar a todo instante a sua estante (rima involuntária). Por que não abrir caminho para os livros novos?
  2. Limpeza: livros (quando parados) juntam pó. Tenha mais tempo para ler e gaste menos tempo limpando estantes
  3. Simplificar: você já pensou em ter menos coisas e ter uma vida mais simples?  Assista esta palestra e leia este post que, cada um a seu modo, falam sobre simplificar a vida. A sensação de simplicidade e organização
  4. Parar de se importar com empréstimos que não voltam: todo o mundo que empresta livros e fica sofrendo por que eles não voltam deveria ler a Regra de Ouro Para o Empréstimo de Livros
  5. Colaborar com a leitura: frequentemente aqueles que mais reclamam de que o Brasil é um país que não lê, que livros são caros e outras chorumelas são aquelas pessoas mais sovinas com os seus livros, contribuindo com o baixo número de livros lidos por ano por pessoa
  6. Socializar suas preferências: quando seus amigos gostam dos mesmos autores que você ou compartilham dos mesmos gostos literários vocês têm mais sobre o que conversar. Dando livros de seus autores preferidos você contribui com esse ambiente
  7. Ser generoso: não é para bonito ou para dizer que você é generoso. A generosidade é uma qualidade que é um bem em si e quem já descobriu isso não tem como expressar. Por exemplo, a gratidão de um amigo que descobriu um novo autor graças a você não tem preço
  8. Exercitar o desapego: poucas coisas são realmente essenciais. E, embora eu ame livros, a posse dos livros não é uma delas. Os livros, seu conteúdo e seu objetivo de espargir ideias, sim, o são. Estamos partindo para um momento em que o ser é mais importante que o ter, as experiências mais importantes que as posses
  9. Manter a voz de seus escritores preferidos viva: já falei sobre isso no início do texto, mas julgo importante

Assim, minha sugestão é: doe e dê livros que estão em sua estante.

Escolha pelo menos metade deles e experimente o ato transformador que é fazer os livros voarem.

Escolha amigos adequados para livros adequados e presenteie.

Escolha a biblioteca que melhor receberá essas obras, de maneira que eles cheguem ao maior número de pessoas possível.

 

E se você quiser coroar esse post com a leitura de belo texto de José Carlos Fernandes sobre a Bibliopote, acomode-se e entre aqui: Dois pães e um livro, por favor.

Imagem inicial daqui.

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Temas de reflexões apaixonantes, discussões engajadas  e cheios de complexidade, eles sempre nos fazem pensar…

  • Para onde vão seus livros depois de doados? Doar livros é essencial e muitas pessoas estão praticando o desapego e doando seus livros. Mas como saber para quem doar? A instituição é de confiança? Meus livros serão lidos? Siga essas dicas para buscar informações sobre campanhas de arrecadação de livros antes de doá-los sem conhecer exatamente seu destino. Tenha certeza de que sua contribuição será útil para muitos.
  • Livros e revistas semanais ou de atualidades antigos (Veja, Superinteressante, Isto É, Época), livros didáticos, apostilas de cursinho vestibular ou de idiomas (preenchidos ou em branco), enciclopédias velhas e livros jurídicos antigos, desatualizados, livros e gibis riscados, rasgados e manchados, que já não servem para consulta ou leitura, podem ser aproveitados para reciclagem. E você mesmo pode encaminhá-los. Saiba como.
  • booksEntenda porque os livros didáticos e apostilas de cursinho vestibular ou de idiomas não servem como doação para algumas bibliotecas comunitárias.

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