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Archive for maio \25\UTC 2013

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Você pode escolher, entre as alternativas abaixo, o modo como participar desse movimento literário que tira livros parados de prateleiras e os faz circular:

a) vou doar livros que já li e não vou ler mais. Para a Freguesia do Livro ou outro lugar que possa se beneficiar com eles.

b) vou ser um Ponto de Coleta: receber livros doados e repassar para a Freguesia do Livro ou outra iniciativa de leitura perto daqui.

c) vou espalhar essa ideia.

d) vou criar uma biblioteca comunitária.

e) acho que livros não devem ser doados (sé-rio??!!)

Participe de algum jeito, contamos com você. Muitos conceitos estão envolvidos no simples ato de doar um livro: consumo consciente, acesso à cultura, educação e responsabilidade social. Tudo isso.

O tempo passa rápido. Livros parados em sua casa estão deixando de ser lidos por outras pessoas. Pense nisso.

Quer entender melhor o que a Freguesia do Livro faz? Veja aqui.

Deu vontade de participar doando livros? Veja como aqui.

Quer começar um ponto de leitura? Cadastre-se aqui.

Quer ver para onde os livros vão? Entre aqui.

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Acervos

Ter tanto

 

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Continuando nossa apresentação de movimentos da Freguesia… Você pode ver os posts recentes aqui e aqui.
Ciranda de Pais é um programa que percebeu que práticas educativas com os pais são essenciais para a melhoria na aprendizagem das crianças. Estão desenvolvendo atividades de estímulo à leitura em Pinhais, região metropolitana de Curitiba, e a Freguesia contribuiu com livros para crianças e adultos. Saiba mais aqui. Do post que apresenta a Mala dos Sonhos, tirei esse trecho que combina muito bem com a Freguesia:

Os livros dessa corrente literária foram emprestados livremente, sem cadastro, sem data para devolução! As únicas regras são: não deixá-los escondidos no fundo de uma gaveta e fazê-los viajar e, assim, espalhar pó de pirlimpimpim pelos 4 cantos do mundo! Quem gostou, leva, lê e devolve! Quem levou, leu, gostou muito e vai ler outras vezes, passeia com o livro pelo tempo que precisar! Quem levou, leu, gostou muito e deseja que ele se hospede por um longo tempo em sua casa, fica com o livro de presente e traz outro para viajar na Mala!

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Nossa sucursal em Foz do Iguaçu está se ampliando. Livros no Hotel del Rey, em uma escola de natação, para pacientes que estão fazendo hemodiálise e, em breve, em uma pizzaria da cidade. Muito bacana. Mandamos alguns livros aqui de Curitiba através de amigas como a Giorgia e a Luciana que fizeram uma carona literária. E o pessoal de Foz já está arrecadando por conta própria também.

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Entre nossos colegas no curso de capacitação do Projeto Legado, está o Instituto Tibagi, um centro de qualificação profissional e inclusão social de jovens aprendizes. Lá encontramos o lugar perfeito para os livros didáticos que tínhamos. Jovens aprendendo, combinou muito bem.

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Uma bela história: uma cartinha rodou pelo Facebook, escrita por alunos de uma escola em Vidal Ramos, interior de SC. Eles pediam livros infantis porque gostavam de ler e a biblioteca deles tinha poucos livros. Pedimos ajuda pela página da Freguesia e em dois dias tínhamos uma curitibana, a Jacqueline, que ia para Vidal Ramos e queria fazer uma carona literária. Lindo.

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Por conta da cartinha, as crianças têm recebido livros de todos os cantos. E a alegria que vemos é essa:
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Na Cantina Sabor & Arte, que fica em uma escola de dança aqui em Curitiba, uma caixa da Freguesia chegou com livros para os clientes e alunos.
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O número de hoteis que oferecem livros da Freguesia a seus hóspedes está aumentando: já tínhamos levado no Knoc Knoc, no Backpackers e na Pousada Ribeirão das Pedras, esse em Bocaiúva do Sul. Agora chegamos com uma caixa cheia de livros no Curitiba Hostel. O lugar é tão bacana que valeu um tour. Em um imóvel tombado, no centro histórico de Curitiba, um trabalho de decoração que respeitou a história do prédio mas também trouxe um ar de modernidade ao hostel, foi um prazer conhecer. Como leitora e espalhadora de livros, o ponto alto para mim foram os quartos com triliches que aproveitam o pé direito alto da construção e onde, maravilha, cada leito tem a sua luzinha de cabeceira.

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Tea Time, uma escola que ensina inglês para pessoas acima de 50 anos: levamos alguns livros desse idioma e ali temos agora um ponto de coleta. O mesmo foi feito no La Rauxa, um café  onde a literatura já circula, mas que agora pode receber livros para a Freguesia. E no Atelier Artemista também. Entre em Como doar” e veja todos os nosso pontos de coleta, vai ver que tem um perto de você e ficar cheio de vontade de levar livros para a Freguesia.

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Você pode ver um apanhado de todos os lugares onde já chegamos com livros nesse post: Pontos de leitura da Freguesia do Livro

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A Freguesia do Livro é feita por 3 amigas voluntárias. Somos mães, donas de casa, artesãs e… espalhadoras de livros. Um movimento bacana que fazemos com amor.

Mas precisávamos nos organizar melhor, ter como cobrir os gastos básicos, como otimizar a coleta e a entrega de livros, ter caixas mais práticas para nossos pontos de leitura, ter como produzir objetos relacionados com nossa iniciativa… Então fomos procurar um jeito de começar essa organização, essa Freguesia mais formal e profissionalizada. Cruzou nosso caminho o Projeto Legado, que selecionou entre muitas ações sociais, aquelas que poderia ajudar. E nós estamos entre as 20 selecionadas! Estamos recebendo do Projeto Legado, resultado de uma parceria entre o escritório de advocacia Marins Bertoldi, da INK e do Instituto grpcom, 120 horas de capacitação em empreendedorismo, elaboração e gerenciamento de projetos, assessoria jurídica e… sairemos desse aprendizado mais fortes e mais direcionadas. Além disso, conhecer outras 19 iniciativas sociais de Curitiba têm sido uma grande fonte de inspiração e troca de experiências e ideias.

Deixamos aqui nosso agradecimento pela confiança depositada. Temos certeza de que o amor pelos livros e a consciência de que a educação é determinante no desenvolvimento de um país, contaram a favor do nosso movimento literário.

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Ali descobrimos que fazemos parte de um grupo de pessoas que, com pequenas ou grandes ações, faz alguma coisa para mudar o mundo. Nos descobrimos empreendedoras sociais e nos orgulhamos disso. E recomendamos que assistam esse filme. Essencialmente inspirador.

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Mais informações sobre o caminho dos livros que recebemos em doação. Veja o primeiro resumo de 2013 aqui.

Em dezembro/12 e abril/13: uma livre distribuição de livros na Utfpr – Universidade Tecnológica Federal do Paraná – os alunos puderam escolher livros para seu lazer. Muito bacana. Veja mais aqui.

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A mesma coisa foi feita no Centro Universitário Claretiano. Livros das áreas de cursos que a universidade oferece chegando direto para quem pode aproveitar.

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Um supermercado no Bacacheri – Curitiba. Agora o Supermercado Gasparin tem livros para seus 80 funcionários no refeitório.

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Marcia nos encontrou pela internet e solicitou livros para duas iniciativas diferentes: para a biblioteca do Instituto Arayara de Educação para a Sustentabilidade e para a Fraternidade Feminina Cruzeiro do Sul do Grande Oriente do Brasil, no laboratório de um curso de informática gratuito para pessoas carentes da comunidade do Uberaba e demais regiões. E lá foram os livros!

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Silvanira pediu livros para Matinhos, litoral do Paraná, relativamente perto de Curitiba. Um parente veio buscar e pronto: livros para uma mini biblioteca numa associação de moradores da Comunidade Eldorado.
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Foz do Iguaçu também recebeu livros da Freguesia e dessa vez também pelas mãos da Tatiana, que abraçou a causa e resolveu fazer uma Freguesia por lá. Arrecadou livros, pintou caixas e levou para um centro de hemodiálise. Já colaborou até para mais um ponto de leitura, no Hotel Del Rey.
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Ajudamos em mais uma organização de biblioteca. Dessa vez foi na instituição De Mãos Unidas, onde uma caixa nossa já estava disponível para as crianças na hora do recreio.
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A Norma surgiu em nossas vidas no começo da Freguesia doando alguns livros. Em seguida, indicou nosso trabalho para uma pousada, onde agora temos uma caixa de livros para os hóspedes. Ela promove ações culturais e nos leva junto, o que achamos ótimo! Assim, já estivemos com ela na Quadra Cultural, evento que acontece em Curitiba promovido por um bar e que mobiliza muita gente.
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Agora ela nos apoia no Galpão Cultural Thá que, enquanto prepara a construção de um edifício, resolveu agitar o centro de Curitiba com atividades culturais bem variadas. E tem uma caixa de livros da Freguesia lá.
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Um grande Pedágio Literário feito no 2GET Sale nos trouxe muitos livros excelentes.

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E o Pedro nos mandou 3 caixas de livros do Recife!! Tem gente muito bacana nesse mundo!

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Livros que estarão, em breve, numa caixa perto de você!

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Frase batida, sabemos: uma biblioteca não é feita de livros, mas sim de leitores. Se isso é óbvio, então responda: o que produz um leitor?

No mar de crianças que atendidas na biblioteca que a Freguesia do Livro montou na Vila Zumbi, algumas com vidas tão cheias de problemas que ler ou não ler deveria ser detalhe, muitas ignoravam os livros solenemente. Outras tentavam se interessar e levavam livros para casa, mas aí o descaso atávico e familiar fazia com que os livros não fossem valorizados e, quando e se voltavam, apareciam com cara de quem passou por maus bocados. Mas teve dois ou três que, assim, do nada, amaram os livros. No meio daquela dura realidade, sentavam-se concentrados, escolhiam com critério e voltavam todos pimpões para a troca na semana seguinte. E nos brindavam com presentes como esse:

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Alguém arrisca um palpite? Modelo em casa? Pouco provável, a irmã não demonstrava o mesmo interesse. Acertamos nas primeiras indicações de leituras? Com certeza essa alternativa encheria nossa bola, mas ele já começou assim, leitorzinho voraz. É mais inteligente que os outros e por isso lê, ou porque lê é mais inteligente que os outros? Ou é só mais curioso? Ou os livros chatos obrigatórios da escola não sabotaram seus voos literários, como fazem com tantos?

Então é isso, não sabemos o caminho, mas não desistimos de procurar. Lá no fim dele sempre pode ter alguém que está só esperando um livro para se descobrir leitor.

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Conheça mais:

www.freguesiadolivro.com.br

facebook.com/freguesiadolivro

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A Freguesia do Livro existe porque algumas (cada vez mais, que bom) pessoas doam seus livros para que possamos criar pontos de leitura nos mais diversos locais. E para nós é muito importante mostrar para onde seus livros estão indo. Continuamos trabalhando e muito! Espalhando os livros e levando literatura e informação para muitos lugares. Aprecie.

Começamos o ano levando livros para Ilha de Valadares, uma pequena ilha que fica bem na frente de Paranaguá com acesso de carro apenas por uma pequena ponte, onde se passa só com autorização especial. E a Freguesia foi autorizada! Chegamos lá com um carro abarrotado de livros para 3 CMEIs (Centros Municipais de Educação Infantil): crianças de 0 a 6 anos receberam muitos livros lindos! Inclusive uma boa parte dos livros enviados da Holanda pela Juliette.

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Ilha de Valadares tem uma educadora muito ativa que combina muito com a Freguesia: ela faz parte de um projeto que estimula a leitura dos pais junto com as crianças do CMEI. É o projeto Sacolas Viajantes, do qual você pode saber mais aqui. Envolve leitura e desenho, e por tabela estimula os pais a lerem mais. Por isso levamos livros para adultos também, é claro!

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Fernanda precisava apresentar um projeto na sua escola e teve a ideia de falar sobre a Freguesia do Livro. Arrecadou livros e junto com os que mandamos, montou um ponto de leitura na Paróquia Nossa Senhora do Bom Conselho, em Santa Felicidade, Curitiba. Ler mais é mesmo um bom conselho.

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Livros e frutas combinam? E como! No meio das caixas de bananas, maçãs e uvas, desponta uma cheia de cultura e histórias. Com uma aceitação que nos faz pensar que esse é um lugar ideal para colocar mais caixas como essas. Você não conhece uma quitanda perto da sua casa onde poderíamos levar uma caixa cheia de livros? Avise-nos, que a gente leva (Curitiba e região metropolitana. Se for de mais longe, um desafio: arrecade livros e comece você um ponto de leitura). Caixas com livros na Frutaria São Francisco, no Ahú e na Casa Camponesa, no Hugo Lange. Visite e alimente sua fome de cultura.

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Rotaryanos ajudam a comunidade, isso todos sabemos. Essa gestão do Rotary Club Tibagi Guartelá identificou escolas rurais que tinham bibliotecas desabastecidas e solicitou o envio de livros. Eles foram levados para Ponta Grossa no caminhão de uma empresa que apoia nosso trabalho. Lá foram pegos pela Marise que tinha feito o contato e levados para a Escola Estadual Baldomero Bittencourt Taques, a 40 km de Tibagi. Rodaram, mas chegaram!

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A Gráfica Inpag, que nos ajudou com etiquetas adesivas, pensou e decidiu que ter livros para seus funcionários era uma boa ideia. Uma caixa da Freguesia partiu para Ponta Grossa.

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Algumas reposições aconteceram: levamos mais livros para os Centros de Hemodiálise da Pró-Renal e outros foram enviados para colaborar com as simpáticas Mini-bibliotecas de Araucária.

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Continua…

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* esse é o depoimento de Thea Tavares, postado no Facebook. Gostamos e pedimos a ela para colocar aqui no blog. Ficamos muito felizes.

“Já era uma delícia frequentar a Frutaria São Francisco (R. Eça de Queiroz, esquina com rua Guaratuba), no bairro Ahú – Curitiba, para comprar frutas e verduras fresquinhas, frutas secas, cereais, mel e grãos, entre outros alimentos. Mas há pouco mais de dois meses, o comércio do Nenê e da Fátima virou parada obrigatória para quem tem fome de conhecimento e se dedica a devorar poesia, literatura, história e até contos de fadas. É que esse é exatamente o mesmo tempo em que a frutaria aderiu ao movimento curitibano lítero-libertário Freguesia do Livro.

A ideia é espalhar o hábito da leitura, além de incentivar a criação de pequenas bibliotecas e, dessa forma, disponibilizar livros ao alcance de todos. Assim como o artista tem de ir onde o povo está, os livros também são expostos à freguesia do Nenê na Frutaria São Francisco. É possível emprestar publicações, devolvê-las ou retribuir os volumes com livros em bom estado que se tem em casa. Uma verdadeira feira do escambo literário.

Achei um “Distraídos Venceremos”, de Paulo Leminski, “Papillon – O homem que fugiu do inferno”, de Henri Charrière, e dois clássicos do romantismo brasileiro, que viraram filmes e novelas de época na Televisão: “A Moreninha”, de Joaquim Manuel de Macedo, e “A Escrava Isaura”, de Bernardo Guimarães. Estes dois últimos me remetem ao antigo 2º grau e às fichas de leitura de preparação para o vestibular lá no final da década de 80.

Já estou separando os títulos que doarei para a biblioteca da frutaria São Francisco, até me saciar com as obras que trouxe de lá hoje. Quem vai adorar saber disso é a querida Elisabeth Lemes, da Galeriatrombini Trombini. Sobretudo porque os livros do Nenê estão dispostos em caixas plásticas de frutas e verduras e foi bem assim que começou o acervo da Galeria Trombini, que soma hoje 30 mil títulos e uma comunidade de 1.750 leitores assíduos na litorânea Morretes.

Ah, vale lembrar que, com esse endereço – R. Eça de Queiroz –, a frutaria do Nenê e da Fátima era mesmo predestinada a iniciativas literárias como a da Freguesia do Livro.

Parabéns a todos os envolvidos”!
Fotos: Thea Tavares.

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