Os livros dessa corrente literária foram emprestados livremente, sem cadastro, sem data para devolução! As únicas regras são: não deixá-los escondidos no fundo de uma gaveta e fazê-los viajar e, assim, espalhar pó de pirlimpimpim pelos 4 cantos do mundo! Quem gostou, leva, lê e devolve! Quem levou, leu, gostou muito e vai ler outras vezes, passeia com o livro pelo tempo que precisar! Quem levou, leu, gostou muito e deseja que ele se hospede por um longo tempo em sua casa, fica com o livro de presente e traz outro para viajar na Mala!
Nossa sucursal em Foz do Iguaçu está se ampliando. Livros no Hotel del Rey, em uma escola de natação, para pacientes que estão fazendo hemodiálise e, em breve, em uma pizzaria da cidade. Muito bacana. Mandamos alguns livros aqui de Curitiba através de amigas como a Giorgia e a Luciana que fizeram uma carona literária. E o pessoal de Foz já está arrecadando por conta própria também.
Entre nossos colegas no curso de capacitação do Projeto Legado, está o Instituto Tibagi, um centro de qualificação profissional e inclusão social de jovens aprendizes. Lá encontramos o lugar perfeito para os livros didáticos que tínhamos. Jovens aprendendo, combinou muito bem.
Uma bela história: uma cartinha rodou pelo Facebook, escrita por alunos de uma escola em Vidal Ramos, interior de SC. Eles pediam livros infantis porque gostavam de ler e a biblioteca deles tinha poucos livros. Pedimos ajuda pela página da Freguesia e em dois dias tínhamos uma curitibana, a Jacqueline, que ia para Vidal Ramos e queria fazer uma carona literária. Lindo.
O número de hoteis que oferecem livros da Freguesia a seus hóspedes está aumentando: já tínhamos levado no Knoc Knoc, no Backpackers e na Pousada Ribeirão das Pedras, esse em Bocaiúva do Sul. Agora chegamos com uma caixa cheia de livros no Curitiba Hostel. O lugar é tão bacana que valeu um tour. Em um imóvel tombado, no centro histórico de Curitiba, um trabalho de decoração que respeitou a história do prédio mas também trouxe um ar de modernidade ao hostel, foi um prazer conhecer. Como leitora e espalhadora de livros, o ponto alto para mim foram os quartos com triliches que aproveitam o pé direito alto da construção e onde, maravilha, cada leito tem a sua luzinha de cabeceira.
A Tea Time, uma escola que ensina inglês para pessoas acima de 50 anos: levamos alguns livros desse idioma e ali temos agora um ponto de coleta. O mesmo foi feito no La Rauxa, um café onde a literatura já circula, mas que agora pode receber livros para a Freguesia. E no Atelier Artemista também. Entre em “Como doar” e veja todos os nosso pontos de coleta, vai ver que tem um perto de você e ficar cheio de vontade de levar livros para a Freguesia.
Você pode ver um apanhado de todos os lugares onde já chegamos com livros nesse post: Pontos de leitura da Freguesia do Livro
























































































